born to be Wilde

12/Abril/2008.

A importância do feedback

Arquivado em: Uncategorized — by clarissa @ 5:40 pm

Na real, estou pouco ligando se a maioria das pessoas gosta de mim ou não. Quero mais é que se foda. Mas existe uma meia dúzia de três ou quatro com quem eu realmente me importo, e é estressante pra mim quando piso na bola com essas pessoas. O que me deixa mais puta é que eu não sei como estou indo, e as pessoas só me falam, ou me dão a entender, quando é tarde demais. Isso faz com que eu me sinta maaaaal, mas fico pior ainda por que não tenho o costume de pedir desculpas por esse tipo de coisa, afinal, é praticamente como dizer “desculpe-me por ser quem eu sou, mas não posso evitar”. Eu não quero que ninguém se desculpe comigo, e não farei isso com os outros. Existem algumas pessoas particularmente que me irritam profundamente, mas eu sou capaz de aturá-las sabendo que elas são assim e não vão mudar, não por minha causa. E que, mesmo me irritando, são pessoas legais e que gostam de mim.

Viver é um fardo insustentável. Viver em sociedade, então, é impossível. Vistamos nossas máscaras e tentemos ser felizes.

Hoje é dia de testar receitas novas =P

3/Abril/2008.

De novo¬¬

Arquivado em: Uncategorized — by clarissa @ 5:46 pm

Eu já postei essa música aqui uns anos atrás. Mas Nietzsche estava certo. Eterno retorno. Na real, não me arrependo. Talvez tenha sido melhor como foi. O que não torna as coisas menos dolorosas.

Suedehead

Why do you come here?
And why do you hang around?
I’m so sorry
I’m so sorry
Why do you come here
When you know it makes things hard for me?
When you know, oh
Why do you come?

Why do you telephone?
And why send me silly notes?
I’m so sorry
I’m so sorry
Why do you come here
When you know it makes things hard for me?
When you know, oh
Why do you come?

You had to sneak into my room
‘just’ to read my diary
It was just to see, just to see
All the things you knew I’d written about you
And so many illustrations

I’m so very sickened
Oh, I am so sickened now

It was a good lay, good lay
It was a good lay, good lay…

28/Março/2008.

Da necessidade de saber os porquês

Arquivado em: Uncategorized — by clarissa @ 11:32 am

Se eu tivesse tempo e disposição, faria Medicina. Mais especificamente, psiquiatria. Me fascinam os processos mentais e me intrigam as causas, efeitos e sintomas das doenças psiquiátricas, suponho que seja por que eu tenho umas quantas doenças psiquiátricas^^

Eu não gosto muito de falar sobre isso pq acho pessoal demais, e não gosto de me fazer de coitadinha. Muita gente nem sabe que estou de licença e, se sabe, não sabe a razão. Mas não é normal que eu tenha um surto psicótico toda vez que precise lembrar que a empresa em que trabalho existe. E o INSS, muy amigo, botou meu benefício pra ser pago lá. Eu tremo, suo frio, fico com frio na barriga só de usar o TAA, imagine de entrar lá. Quando o querido me liga do trabalho, me dá um troço: eu sempre acho que é gente de lá do Amazonas me procurando. Eu não quero lembrar que isso aconteceu, quero apagar isso da minha memória. Queria ser a Clementine e conseguir apagar algumas coisas. Eu ainda não acredito que renunciei à minha carreira acadêmica por esse emprego e, agora, não tenho nem carreira acadêmica nem profissional. Pra ajudar, hoje fiquei sabendo que, pra me transferir, vou ter que falar com minha agência antiga. Acho que poucas pessoas podem imaginar como é doloroso falar com essas pessoas. Não que eu não goste delas, pelo contrário, lembro-me de todas com muito carinho, foram bons amigos, pessoas que me receberam bem, mas me lembram uma época péssima da minha vida, posso dizer que foi a pior época. Nem mais assistir meus filmes eu consigo, pq lembro que, quando eu ficava mal mesmo, me trancava no quarto, no escuro, e assistia televisão e dormia até afundar a cama. Minhas coisas ainda estão lá, e como sinto falta delas. Mas acho que é algo perdido, que eu não terei mais. Nada que não se compre de novo, é fato, mas minhas coisas têm valor sentimental. Tenho saudade dos amigos que fiz, da Adryele, da Luciane, do César, da Cida e do Cid, também, apesar de ele ter-se transferido na mesma semana em que voltei pra casa. São pessoas muito especiais e que me ajudaram muitas vezes a suportar as dificuldades. Mas as dificuldades ficaram difíceis demais, e, nesse exato instante, só o que eu queria era passar uma procuração para que alguém viva minha vida no meu lugar. Ou simplesmente desistir de tudo sem procuração, mesmo.

Estou afastada desde 16 de outubro do ano passado, e não noto melhora, pelo contrário. Eu gostaria de sair, aproveitar esse tempo que é pra mim, pra eu melhorar, pra cuidar da minha saúde mental, mas não consigo. Só pra ir ver Sweeney Todd, levei três semanas planejando. Sair de casa, só quando tenho médico – planejo ficar duas semanas em casa. yay!! Querido me aconselhou a abrir poupança na CEF pra guardar uma grana e poder receber o benefício lá, mas cadê disposição pra aguentar gente dentro da agência? Cadê disposição pra ir ao cinema sozinha? Me sinto tão nervosa e ansiosa quando estou na rua que compro pra me acalmar. E compro MUITO.

Amanhã mãe quer ir à loja de fábrica da Paramount. Acho que vou conseguir comprar Luna e/ou Marte mais barato e fazer umas coisinhas legais. Vou pegar um fio de algodão tbm pra fazer uma básica. E, por hoje, teste das meias. Comprei Mollet rosa choque mesclada pra fazer meias e mitaines que combinem com a touca Bridget e com o cachecol em ponto alto duplo numa lã rosa quase fluorescente que eu tenho e vou postar qdo mexer nela. Toda tricoteira tem um enorme estoque, e eu não sou diferente. É bom já ter o material pra quando der aquele surto de começação de projetos xD

Comprei um novelo de Candy da Cisne. Parece uma nuvem. Vou fazer um cachecol e, se gostar de trabalhar com ela, vou investir em uns cinco ou seis novelos pra fazer um blusão. Ela é MUITO macia, e tem umas cores pastéis lindas. 12 reais o novelo, mas como é leve, vem MUITA lã, e ela é muito volumosa.

Bem, falei demais. Agora quem ler vai saber coisas sobre mim que eu não conto nem pra minha mãe. Mas tudo bem, às vezes é necessário desabafar.

25/Março/2008.

Arquivado em: Uncategorized — by clarissa @ 10:15 pm

Eu estava a fim de postar, mas agora broxei. Fica pra outra hora.

Agora, menos sentimental.

Arquivado em: Uncategorized — by clarissa @ 12:13 am

Quando estava no final do post anterior começou o CQC, então o final ficou uma bosta. ADORO aquele programa, só não gosto muito da parte do Danilo Gentili pq tenho surtos de vergonha alheia, sabe? Sinto que sou eu o repórter incompetente e tenho vontade de me enterrar num buraco. Depois de umas risadas perdi aquele tom depressivo.

Bem, então tenho que falar da lã que adquiri pra fazer minhas frutas – e esqueci de comprar lã pras meias¬¬ – e do presente da minha mãe, uma sapatilha preta que, olhando rapidinho, até parece couro, da minha legging roxo-beliscão e das minhas caríssimas botas de pelica.

Sim, vc leu certo. Botas. De. Pelica.

Eu quero dar para o Rafinha Bastos. Se meu blog tivesse mais visitas, talvez eu até conseguisse xD

24/Março/2008.

Deixei minha vida numa das ruas de Canoas

Arquivado em: Uncategorized — by clarissa @ 10:38 pm

Hoje fui a Canoas. Vi aquele lugar que é tão familiar e ao mesmo tempo tão estranho.
Vi aquelas gurias indo pro La Salle fazer educação física e lembrei de mim.
De como eu era desengonçada com aquele cabelão e os óculos, tendo a meu favor só a juventude. E era legal, puta que pariu, como era.
O cachorro folhado do bar do pátio velho. O pão com molho do bar do pátio novo.
(E não é patológico como minhas boas lembranças tem a ver com comida?)
Quando voltei pro La Salle pra fazer a pós não foi a mesma coisa. Eu preferiria estudar no prédio velho, lá onde fiz a terceira série e o ensino médio. Mas fiquei no prédio novo, lá onde fiz a quarta e a quinta. Mas o pão com molho ainda era o mesmo da terceira série.
Tenho 26 anos. Entrei no La Salle na terceira série, aos 7. Há quase 20 anos.
Puta que pariu, o tempo passa.

Dei meu primeiro beijo na calçada em frente à Fanti, antes dos travecos tomarem conta do lugar.
Eu tinha 13 anos.
Foi com o Alexandre, admito.
Hoje ele está casado e tem três filhos.
Quando arranjei meu primeiro emprego, minha vó me deu meu primeiro sapato de salto.
Era um Ramarim, e eu o adorava, apesar de matar meus pés.
Comprado na Paquetá do calçadão, no nome do Rosinei.
Rosinei era um cara legal. Da última vez que fiquei sabendo dele, estava casado com a Carla e tinha um filho.
Trabalhei dentro do prédio da Prefeitura de Canoas.
Estudei no Maria Auxiliadora, no La Salle (três vezes) e no Espírito Santo.
Morei no Centro, na Igara, na Estância Velha, na Harmonia e em Niterói.
Trabalhei em Niterói e gostaria de não lembrar disso.
Pesquisei no Almanaque Abril da Biblioteca Pública do Conjunto Comercial. E comprei MUITO na Renner de lá.
Eu gostava daquilo. Me sinto em casa em Canoas.
Mas Canoas parece não me receber bem.

E agora que minha tia voltou, algo me diz que Canoas e eu voltaremos a ser uma só.

23/Março/2008.

Amostras e blogs por aí

Arquivado em: Uncategorized — by clarissa @ 4:31 pm

Começo informando que estou com uma dor de cabeça putaqueparilmente forte. Então o post vai ficar mais meia-boca que de costume.

Bem, andei procurando duas coisas por aí: meias com cinco agulhas e idéias para fazer algo com o chenille laranja, pq o vestido não vai rolar e depois explico o porquê. Esses blogs de tricô que tem por aí, olha, até valorizo a iniciativa, mas puta merda, pra quê aquelas porcarias de figurinhas brilhosinhas e coloridas que demoram pra caralho pra carregar? E as músicas incidentais? Tudo bem que poderia ser pior, poderia ser gospel, mas Kelly Clarkson acaba com a minha paciência – acho até que foi isso que me deu dor de cabeça. E os fundos cor-de-rosa? Porco zio, como gostam de cor-de-rosa!! Dói os olhos, é alt+f4 instantâneo. Agora imaginem tudo junto: bonequinhas com glitter para os links, Kelly Clarkson, rosa-choque, cursor de mouse com rabiola, erros de português, fonte colorida, “obrigada pelo recadinho que vc vai deixar”… Doloroso. Aliás, puta falta de auto-estima, escrever um post pedindo comentários. Eu não quero comments. Tenho medo do que os outros pensam a meu respeito.

Agora, o chenille. Bem, fiz amostras com agulhas retas e com agulhas circulares, a diferença é que a reta é 5 e a circular é 4,5 e, se eu fizesse o vestido, seria em circular pq assim corro menos risco de ficar parecendo um saco de batatas  que se fizer no bom e velho faz-e-costura. Então, seguem as imagens. Primeiro as lãs:

Chenille para vestido

São 600g (6 bolas) de chenille azul e 200g (2 bolas) de chenille laranja. As agulhas ali são tamanho 5, da pingouin – desde que me conheço por gente eles mantêm o mesmo código de cores, isso é legal. Portanto fiz as amostras. Vamos a elas:

Amostras

Essas são as amostras, as duas feitas com agulha circular 4,5 da Coats em 15 pontos por 15 carreiras. A laranja, fio Orquídea, ficou com 11cm de largura por 6,5 de altura. O avesso ficou lindo, bem compacto, e o direito ficou meia-boca. Ah, fiz as duas amostras em ponto meia (meia no direito, tricô no avesso). A azul, fio Amor Perfeito, ficou com 10,5 de largura por 8 de altura. Avesso e direito ficaram bons, eu gostei mais do avesso e a mãe gostou mais do direito. É que pelo avesso mal dá pra ver os pontos e eu prefiro assim. Mãe é mais organizada e gosta de ver onde estão os pontos^^

Orquídea e Amor Perfeito parecem terem sido descontinuados pela Círculo, posto que nem constam mais do catálogo no site. Orquídea é recomendado só pra tricô, é um fiozinho bem sem-vergonha, cai aos pedacinhos, tem partes finiiiiiinhas, é muito irregular. O Amor Perfeito, por sua vez, é mais grosso e homogêneo, tem um fio verde limão em volta e outro fiozinho metalizado, bom pra trabalhar e deixa o trabalho bem compacto. However, qualquer um dos dois fica com trama aberta demais pra virar um vestido sem me deixar numa situação constrangedora, portanto comprei uma revista, a pedido de minha mãe, e vou investir numa sobrelegging – a primeira pessoa que vi falando isso é uma ex-colega que se veste exatamente como um manequim do Renner: ela vai lá, acha bonito, compra o outfit do colar ao sapato e vai trabalhar daquele jeito. Patético – com a linha azul, e a laranja acho que vai virar um bolero daqueles que se faz com quadrado. Mas ainda aceito sugestões.

Bônus track: Pitty na casinha que minha mãe encasquetou que tinha que comprar pra ela:

Pitty em casa xD

21/Março/2008.

Chenille e chocolate

Arquivado em: Uncategorized — by clarissa @ 6:21 pm

Leio tanta gente em blogs dizendo “fiz isso sem receita” “é criação minha” “fui fazendo” que acho encorajador fazer seus próprios modelos. Entretanto, nesse exato instante, estou muuuuito apreensiva e continuo buscando um modelo que acho que não vou encontrar. Meu maior problema é o chenille: não há como desmanchar e fazer de novo, pq chenille não é elástico e se desmancha se vc mexe muito nele. Por isso mesmo não vejo nenhuma possibilidade de trabalhar nele com crochê, por exemplo. Pensei em fazer um top-down com cava raglã, começando com laranja e terminando com azul. Pensei em fazer reto com rachas em azul e triângulos em laranja pra fazer o evasê. Pensei em alças e busto em laranja e saia em azul com corte império. Mas sem receita é difícil pra porra!! Preciso de ajuda, ou de um modelo. Eu tinha uma Tejer la Moda de 1969 com umas receitas de vestidos, mas ficou lá no Amazonas¬¬ Maldito lugar que só ferrou minha vida. Agora tudo o que é meu tá lá.

Ganhei um ovo Alpino diet de 240g, tamanho 14. Cada 25g tem 3g de carboidrato, açúcar natural do cacau. Isso quer dizer que uma metade de 120g tem aproximadamente 15g de carboidrato. Acho que vale a pena ficar só na carne e no ovo o dia inteiro pra comer uma metadinha, posto que os carbos são naturais, do cacau. Eu queria dar um beijo de língua no cara que inventou o chocolate diet. Agora vou comer essas coisas com mais frequência. A vida pode ser legal de vez em quando.

20/Março/2008.

“Senegalesco”

Arquivado em: Uncategorized — by clarissa @ 7:28 pm

Gosto de palavras batutas. “Homessa” é minha interjeição favorita, e não se fala mais essa palavra desde mil novecentos e guaraná de rolha. Gosto de adjetivos terminados em “esco”: gargantuesco, romanesco, senegalesco. Como o calor que faz aqui. Como o calor que faz no Amazonas. Odeio calor. Odeio, não. Abomino. É duro viver em Porto Alegre com temperaturas de Dacar no verão e de Oslo no inverno. Mas pelo menos no inverno vc tem vontade de vestir seu casacão e fazer algo pela vida, mas no verão vc só consegue ficar morgando enquanto curte a hipotensão e o cheiro do suor, seu e de outros. Hoje é o primeiro dia do outono, mas parece mais com o último do verão. Calor filha da puta¬¬

Tem duas coisas que eu planejo fazer. Uma é comprar um fusca – IPVA, manutenção e outras coisas mais baratas, posso reformar aos poucos. Já percebi que o corsa por aqui só vai me trazer problemas. Quero vendê-lo e ficar com uma coisa mais barata. Não é glamuroso, mas é seguro, e no momento é só isso o que me interessa. Mais adiante ponho bancos de couro e pintura violeta. E quero voltar a fazer taekwondo. Acho que vou conseguir emagrecer bastante se voltar. Mas… e coragem? Bem, preciso pensar nisso.

19/Março/2008.

Dos porquês das coisas

Arquivado em: Uncategorized — by clarissa @ 1:07 pm

Eu faço tricô. Realmente gosto, pq é desafiador, calmante e o resultado é incrível. Não gosto de doar minhas peças, faço pra mim, pq sei que alguém que não faz não sabe dar o devido valor pela dificuldade, dinheiro e tempo despendido. Isso é um hobby, não é uma maneira de economizar dinheiro. Como assim, Bial? Roupas feitas em casa não deveriam sair mais baratas? Eu explico.

Ontem fui ao Renner pra ver a coleção de inverno. Nossa, fiquei babando nos vestidos de tricô em lã mecha. Facílimos de fazer, manguinha raglã, turtlenecks, barrinhas trabalhadas. É olhar e copiar. Para mim, é preciso comprar um vestido 48 ou GG, e um vestido daqueles tá saindo por 69,90 em qualquer tamanho. Considerando essa necessidade do tamanho, eu precisaria de uns 30 novelos de lã de 40 gramas, ou de uns 12 de lã de 100 gramas. A lã de 40g mais barata no mercado é a Mollet (talvez Nina, Cuba ou Club sejam mais baratas, mas não tem a mesma relação custo-benefício, pq são mais finas) e vc encontra na Linna por R$1,75. Lã de 100g é muuuuito mais cara, tipo 5 reais por novelo da Premium, da Cisne, de que não gosto muito. Vejamos: 30 novelos a R$1,75 dá R$52,50. Se for Premium, 12 novelos a 5 reais dá R$60. Feito isso, temos a mão de obra. Não é fácil terminar uma peça em tricô, especialmente quando é grande. Eu nunca termino o que começo, e a maior peça que já fiz na vida foi o pinwheel sweater – já comecei dois, um deles tá lá no Amazonas – e ainda falta uma manga e meia pra acabar. Não dá pra trabalhar em uma peça só com um cobertor de lã nas pernas no verão, né? Mas coisas pequenas vão numa boa. Então pq diabos eu gastaria R$53 mais o trabalhão que é fazer um vestido de tricô se por R$70 em cinco vezes posso ter ele fácil, fácil? Ok, pelo prazer de fazer. Mas eu não tenho prazer em concluir: o legal é conhecer a técnica, começar a fazer. Depois que descubro os segredos da técnica a coisa fica muito mecânica e perde a graça, por isso gosto de projetos pequenos. Nesse momento estou fascinada com o tricô em peça única, em que a gente levanta pontos pra continuar, sem costura. Depois que acabar o pinwheel sweater, vou fazer um blusão raglã em chenille azul, em peça única, com técnicas de raglã que vi no www.superziper.com

Ontem consegui sair de casa e só comprar cadarços roxos para o All Star. Acho que estou conseguindo me controlar. Agora só preciso melhorar do meu surto de falta de criatividade. Depois da touca Bridget, tudo o que eu começo fica ruim, especialmente o cachecol do Grêmio¬¬

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